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Quinta-feira, 27 de Maio de 2010

Fanfic "Reencontro com a vida" - 31º capítulo

Capítulo 31 – Os Denali

   Tinha-se passado apenas uma semana desde o “tratado”, e nós já estávamos de partida para Denali.

   Aquela partida não me agradava nada, pois eu tinha ciúmes da tal amiga de Carlisle. Eu sei que não tinha motivos para ter ciúmes, mas aquele sentimento era mais forte que eu…a dor que sentia só de pensar que o podia perder, tomava conta de mim, deixando-me totalmente sem controlo!

   - Princesa não fiques assim, sabes bem que não tens motivos para isso! – sussurrou-me Carlisle ao ouvido enquanto eu acabava de fazer as nossas malas.

   - Eu sei que não tenho motivos amor, mas a dor que sinto sempre que penso que te posso perder é tão forte e tão insuportável que não consigo pensar, não consigo ter um raciocínio direito! – confesso olhando-o nos olhos.

   - Oh meu bem mais precioso não precisas de pensar nessas coisas…tu jamais me irás perder, porque eu irei ficar contigo para toda a eternidade! Eu amo-te para sempre Esme Cullen! – sussurrou-me contra os lábios e depois beijou-me ao de leve.

   - Ei…parem lá com o marmelanço e vamos lá a despachar que eu tenho mais que fazer! – disse Edward à porta do quarto…aquele rapaz era cá um desmancha prazeres!

   - É para já menino Edward Cullen! – disse Carlisle entre risos, mas ao mesmo tempo abraçou-me beijando-me o cimo da cabeça com bastante carinho.

   - Eu amo-te tanto Carlisle! – sussurrei-lhe ao ouvido assim que Edward saiu do quarto.

   - Eu sei princesa…eu amo-te de igual maneira! – disse sorrindo-me, gesto ao qual correspondi com um beijo apaixonado.

   Ele pegou-me ao colo enquanto correspondia ao beijo muito loucamente, fazendo-me esquecer de tudo o que nos rodeava.

                                                        *************

   Depois de horas infinitas de amor escaldante ouvi a porta do quarto a bater.

   - Amor, achas que os miúdos viram alguma coisa?! – perguntei assustada com a ideia de os meus filhos terem visto uma cena daquelas.

   - Não sei…mas se viram também não viram nada demais. É uma coisa normalíssima e que eles certamente o fazem. – disse Carlisle entre risos e enquanto me puxava mais para si.

   - Oh…mas mesmo assim é mau, nós somos os pais… - tentei dizer, mas Carlisle meteu-me um dedo nos lábios.

   - E? Somos pais, mas somos jovens amor…e eu não me interessa o que os outros pensam, a única coisa que me interessa nesta vida és tu e o teu bem-estar! Eu amo-te e sou capaz de tudo só para te ver feliz! Sou capaz de cometer a maior loucura por ti! – sussurrou-me ao ouvido mordiscando-me a orelha de seguida.

   - Oh meu amor…eu amo-te tanto mas tanto! Também sou capaz de tudo por ti! E não me faças isso… - disse entre arrepios e gemidos.

   - Ok princesa…eu não faço, mas olha que sabe bem. – disse ele entre risos e mordiscando-me a orelha outra vez.

   - Carlisle Cullen! – olhei para ele com um olhar sério.

   - Pronto, pronto…eu já não faço mais! – disse ele rindo-se.

   - Acho bem! E agora vamos nos despachar, porque temos voo daqui a – olhei para o relógio – uma hora!

   - Ok…vamos lá! A Srª Cullen é que manda! – disse ele sempre a rir-se e enquanto se levantava da cama.

   - És tão parvo Carlisle! – disse dando-lhe uma pequena chapada na cara.

   - Posso ser parvo, mas tu amas-me assim! – sorriu-me e puxou-me para si.

   - É, parece que sim. – retribui o sorriso.

   - Agora é melhor irmos nos despachar, certo? – disse ele fazendo beixinho.

   - Certo…não fiques assim amor, eu depois compenso-te! – disse piscando-lhe o olho.

   - Ok princesa…olha que eu não me esqueço disso. – riu-se.

   Ri-me também e afastei-me dele indo me vestir. Vesti um vestido preto pelos joelhos e calcei umas sandálias pretas também.

   Carlisle também se vestiu…uma camisa azul bebé e umas jeans.

   - Estás perfeita amor! – sussurrou-me ao ouvido enquanto me abraçava por trás.

   - Não digas parvoíces…eu estou normal, agora tu…estás mais jovem! – retorqui.

   - Ahahah…que piadinha Esme! – disse ele mordiscando-me a orelha de seguida como forma de castigo.

   - Carlisle não me faças isso! – pedi enquanto gemia.

   Ele riu-se e depois virou-me para si beijando-me apaixonadamente.

   - Amo-te tanto meu amor mais que perfeito! – sussurrou-me entre beijos.

   - Eu também te amo minha vida! – retorqui e depois afastei-me, dando-lhe a mão e puxando-me para a sala.

   - Espera amor…faltam as malas! – disse ele entre risos e depois foi buscar as malas.

   Descemos para sala e lá estavam os nosso três filhos sentados, com uma cara de quem estava a preparar algo.

   - Que se passa meninos? – perguntei assim que olhei para eles.

   - Não se passa nada mamã! – disseram os três em coro e depois desataram a rir.

   - Mau…que se passa? Estão a rir-se do que? – insisti não gostando daquela atitude.

   - Já dissemos que não se passa nada. De nada em especial, é só de uma coisa que aconteceu. – respondeu Rose.

   - E que coisa foi essa? – perguntou Carlisle enquanto me envolvia nos seus braços, assim que ele fez isso Rose, Em e Edward desataram a rir.

   - Eu já não estou a gostar nada desta risota! Acho bem que digam o que se passa aqui! – disse num tom autoritário e enquanto me afastava de Carlisle.

   - Não é nada, já dissemos! – respondeu Edward.

   - É só que vocês…são muito queridos e engraçados quando estão…bem…vocês percebem o que quero dizer. – disse Em entre risos.

   - Emmett! – disseram Rose e Edward repreendendo-o.

   - Vocês andaram a espreitar-nos??!! – perguntou Carlisle com um tom de voz um bocado nervosa.

   - Não pai, claro que não! – responderam os três com um ar muito inocente.

   - Mas ouvimos barulho e fomos ver o que se passava…e a mãe estava a gritar, pensamos que se passava algo de grave! – disse Emmett, desatando a rir de seguida, assim como Edward e Rose. Se ainda fosse humana, acho que tinha corado.

   - Ou vocês param com isso imediatamente ou ficam de castigo para sempre! – gritou Carlisle enquanto me puxava para si percebendo a minha “vergonha” – Não fiques assim princesa. – sussurrou-me ao ouvido.

   - Oh…eles são maus. – sussurrei também fazendo beicinho.

   - Pronto nós paramos! – disseram os três segurando o riso.

                                                        ****************

   Chegamos ao aeroporto de Denali, e lá estavam três raparigas, uma loira de cabelos encaracolados, uma loira escura e uma morena, à nossa espera. Segundo a descrição de Carlisle, elas deviam ser Tanya, Irina e Kate, respectivamente.

   - Vamos, a Tanya e as suas irmãs já estão ali à nossa espera. – disse Carlisle apontado para elas. Vi ambos trocarem um sorriso e fiquei ainda com mais ciúmes, por isso afastei-me de Carlisle. Rose e Emmett iam juntos de mãos dadas, e Edward ia como sempre desconfortável com os pensamentos das outras pessoas.

   - Carlisle! Há quanto tempo! – disse a rapariga loira, que ao que parecia era Tanya.

   - Mesmo Tanya! Então como vais? – respondeu Carlisle abraçando-a.

   “Ai!! Mas quem é que ela pensa que é para me roubar o marido??!!” – pensei.

   - Mãe tem calma, eles são apenas amigos…o pai ama-te! – sussurrou-me Edward muito baixinho ao ouvido.

   “Mas…eu não suporto vê-lo assim com outras!” – pensei.

   - Eu vou bem, e tu? Já vi que construis-te uma família. – retorquiu Tanya abraçando-o também.

   - Eu também vou bem. É verdade! Queres conhece-los? – disse Carlisle largando-a e puxando-me para si para me envolver com os seus braços.

   - Claro! Essa deve ser a Esme, a rapariga que sempre amas-te, certo? – disse Tanya sorrindo-me, ao ouvir aquilo não consegui esconder a felicidade que sentia ao saber tal coisa por isso abracei o meu amor e retribui o sorriso a Tanya.

   - Certo, mas agora já é minha espora! – respondeu Carlisle com um brilhozinho nos olhos e apertando-me mais para si – E os outros são o Edward, a Rosalie e o Emmett. – disse apontado.

   - Prazer em conhecer-vos! – disse Tanya olhando especialmente para Edward, e não era preciso ler mentes para saber que ali havia qualquer coisa – E nós somos a Irina, a Kate e eu Tanya.

   - Igualmente! – responderam os três em coro.

   - Eles são como se fossem teus filhos, certo Carlisle? – perguntou Tanya não tirando os olhos de Edward. Segundo o que conheço do meu filho, ele já estava a ficar bastante desconfortável com aquela situação.

   - Sim certo! Uns filhos adoráveis, como não há iguais! – respondeu Carlisle outra vez com um brilhozinho especial nos olhos.

   - Acredito! Bem vamos para casa? – perguntou Irina.

   - Sim claro, vamos! – respondeu Carlisle enquanto me beijava o cima da cabeça.

   E assim fomos em direcção a casa dos Denali. Emmett e Rose continuam a ir de mãos dadas, Kate e Irina iam a frente a falar de algo, Tanya ia ao lado de Edward a tentar mostrar o seu interesse nele, e eu e Carlisle íamos atrás deles abraçados como dois adolescentes apaixonados.

publicado por twilightfanfics às 17:30
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Domingo, 28 de Fevereiro de 2010

Fanfic "Reencontro com a vida" - 30º capítulo

Capítulo 30 – O Tratado e a crise de ciúmes

   O rapaz que Rose tinha salvo já estava connosco há algum tempo…chama-se Emmett MacCarty Cullen. Carlisle disse que era melhor ele ficar com o nosso apelido para as pessoas não desconfiarem…

   Assim que transformamos Em mudamo-nos para Hoquim perto de Forks, estado de Washigton. Era uma cidade chuvosa, mal havia sol…era a cidade ideal para nós vivermos.

   Certo dia Carlisle, Edward, Rose e Em foram caçar para uma floresta perto da nossa casa. Eu fiquei em casa, não tinha muita vontade de caçar nesse dia e além do mais tinha uma festa de aniversário para organizar.

   Estava no meio da festa de aniversário quando recebo um telefonema de Carlisle, como é óbvio atendi, apesar de estar no meu trabalho, mas para mim a minha família sempre esteve em primeiro lugar, principalmente Carlisle:

   “ Estou amor?” – disse assim que atendi o telemóvel.

   “Princesa preciso de ti, se poderes vem para casa.” – disse-me assim que ouviu a minha voz, a sua voz parecia preocupada, o que me deixou bastante mal.

   “Ok meu amor...eu vou já para casa!” – respondi-lhe.

   “Ok…até já, amo-te.”

   “Também te amo…até já.” – e desliguei o telemóvel.

   Assim que desliguei o telemóvel sai porta fora não avisando ninguém, pois naquele momento só pensava em Carlisle. Estava realmente preocupada com ele, sempre que ele dizia que precisava de mim era porque se tinha passado algo.

   Conduzi o mais depressa que consegui não me importando com o que os outros podiam pensar…só queria chegar a casa o mais depressa possível.

   Estacionei o carro ao lado do Mercedes preto de Carlisle e corri para dentro de casa, assim que ouviu a porta Carlisle veio a correr ter comigo.

   - Que se passa amor? Estás a deixar-me preocupada. – disse enquanto o abraçava.

   - Não se passa nada princesa…foram só uns problemas. – disse-me enquanto rodeava o meu corpo com os seus braços.

   - Só uns problemas Carlisle?! O que aconteceu foi muito grave! – disse Rose descendo as escadas.

   - Também não foi nada de mais! – retorquiu Carlisle.

   - Claro que não…aquilo não foi nada! – disse Rose ironicamente.

   - Ei! Podem parar de discutir e contar-me o que se passou?! – disse farta de não perceber nada do que eles estavam a falar.

   - Claro que podemos amor…desculpa. – disse Carlisle beijando-me o cimo da cabeça.

   - Desembucha! – retorqui inquieta.

   - Enquanto estávamos a caçar alguém nos viu…e descobriu tudo sobre nós. – dizia Carlisle calmamente enquanto me olhava com um olhar de quem pede compreensão – Eu tentei falar com eles, e pedi para não contarem nada a ninguém…eles aceitaram com o propósito de não caçarmos nas suas terras…ah e também não matarmos nenhum humano.

   - É compreensível. – afirmei ainda meia “aérea” com o que ouvi.

   - Pois...mas acho que era melhor sairmos de cá por uns tempos, não vá o diabo tece-las. – disse Carlisle enquanto me abraçava com mais força.

   - E vamos para onde Carlisle?! – perguntou Rose indignada.

   - Tem calma amor. – ouvi Emmett a sussurrar ao ouvido de Rose.

   Eu já desconfiava que aqueles dois namoravam, mas nunca me tinha apercebido dos carinhos “publicamente”.

   - Para casa duma amiga minha que fica aqui próximo, em Denali. – disse Carlisle enquanto me beijava o cabelo com bastante carinho.

   Quando ele disse “uma amiga minha” senti uma pontada de ciúmes a apoderar-se de mim.

   - Que amiga Carlisle Cullen?! – perguntei muito nervosamente sem me conseguir controlar.

   - Não conheces princesa…e não tens razões para ter ciúmes, eu só tenho olhos para ti minha tontinha. – disse-me enquanto me virava de frente para si para me olhar nos olhos.

   - Eu não estou com ciúmes. – disse desviando o olhar dele. Eu odiava admitir que tinha ciúmes, principalmente quando sabia que ele me amava, mas a ideia de o perder era e é tão insuportável que dá comigo em doida e não me consigo controlar.

   - Pois não Esme…eu até nem te conheço nem nada. – disse Carlisle ironicamente.

   - Bem é melhor deixa-los sozinhos. – disse Emmett puxando Rose consigo para fora de casa.

   - É…também acho. – concordou ela enquanto saiam de casa.

   Assim que eles saíram de casa afastei-me dele, mas ele não me deixou.

   - Não fiques assim amor, não tens razões para isso…eu só te amo a ti e só tenho olhos para ti, e tu és e sempre serás a mais linda de todas. – sussurrou-me docemente ao ouvido enquanto me fazia festas na face.

   - Ai não tenho… - não consegui acabar de falar pois ele interrompeu-me com um beijo doce e caloroso cheio de desejo. Sem lhe resistir mais entreguei-me totalmente ao beijo.

   - Nunca te esqueças do quanto te amo. – sussurrou contra os meus lábios e depois beijou-me fogosamente enquanto me levava para o quarto.

 

Desculpem não ter postado nos últimos tempos mas andei sem inspiração e andei com problemas...

Espero que gostem do capítulo ;)

Beijinhos e obrigada,

Neia

 

publicado por twilightfanfics às 17:49
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Quarta-feira, 6 de Janeiro de 2010

Fanfic "Reencontro com a vida" - 29º capítulo

 

Capítulo 29 – O salvamento de Rose…

   Estávamos em Tennessee há 3 anos…a minha vida estava completamente perfeita, não queria mais nada, pois agora eu tinha tudo aquilo que sempre quis na minha vida…estava ao lado de quem amava e que me tratava como uma verdadeira princesa…tinha dois filhos lindos e perfeitos!

   Carlisle trabalhava no hospital central de Tennessee, e andava quase sempre ocupado, tinha muitos turnos…Edward e Rosalie andavam no 11º ano…por isso eu passava praticamente todos os dias em casa sozinha…mas não me importava pois sabia que eles me amavam…e sabia que era eu a mulher da vida de Carlisle.

   Nesse dia só Rose tinha ido caçar…eu e Edward estávamos em casa a tratar mais uma vez da decoração…e Carlisle estava no escritório a tratar de algo relacionado com o hospital.

   Ouvimos a porta a bater com alguma força…

   - Carlisle! Chega aqui depressa! – gritou Rose…parecia-me ouvir um coração muito fraco a bater.

   - Que se passa Rosalie?! – dissemos os três em coro indo ao encontro dela na sala.

   - Eu…não…consigo…faze-lo Carlisle…tens que ser tu! Por favor…salva-o! – disse Rose entre soluços…segurando o corpo de um rapaz musculado de cabelos pretos aos caracóis…notei que este tinha pequenas covinhas na cara.

   - Primeiro diz-me o que lhe aconteceu! – disse Carlisle pegando no tal rapaz.

   - Foi atacado por um urso! – respondeu Rose.

   - Hum… - foi a única coisa que Carlisle disse…enquanto levava o rapaz para o quarto de hóspedes.

   Rose foi logo atrás deles…Edward seguiu-os também…e eu fiquei na dúvida se os seguia também…até que algo me fez ver que aquele rapazinho irei a ser meu filho também…e sem hesitar mais fui atrás deles…

   Quando cheguei ao quarto o rapaz já estava deitado na cama, Edward estava encostado ao parapeito da janela…Rose estava ao lado do rapaz agarrando-lhe a mão…e por fim Carlisle estava debruçado sobre ele, segurando-lhe a mão enquanto se aproximava cada vez mais do seu pescoço…senti o cheiro a sangue, que me causou um certo ardor na garganta…mesmo assim nunca tirei os olhos de Carlisle, que depois de o ter mordido afastou-se muito rapidamente.

   Devia ser muito difícil para um de nós provar sangue humano e conseguir parar…esta acção dele fez com que eu me apaixonasse ainda mais por ele…ele era sem dúvida alguma a melhor pessoa que eu conhecia em toda a minha vida.

   - Ele vai ficar bem Carlisle? – perguntou Rose interrompendo os meus pensamentos…eu perdi-me completamente na figura de Carlisle a querer ser uma pessoa melhor.

   - Claro que vai…daqui a três dias já está como novo. – respondeu Carlisle sorrindo…depois olhou para mim com um olhar de preocupação…não percebi a razão para que ele me olhasse assim por isso fui ter com ele lentamente…conforme eu me aproximava ele afastava-se…

   - Amor que se passa contigo? – perguntei não percebendo a razão para qual ele se afastava.

   - Tu…não…tens nojo…de mim? – acabou por perguntar.

   - Claro que não…eu amo-te lembras-te? – disse-lhe tentado aproximar-me outra vez.

   - Sim lembro…mas o que eu fiz agora não te assustou? – perguntou olhando-me nos olhos…mas desta vez não se afastou.

   - Claro que não…tu jamais irias me assustar, porque tu és a pessoa mais maravilhosa que eu conheço. – respondi dando-lhe a mão e puxando-o para mim.

   - Não sejas exagerada Esme. – retorquiu enquanto me abraçava e me beijava o cimo da cabeça. – Obrigada por me compreenderes.

   - Eu não sou exagerada…e não tens que agradecer. – respondi e de seguida encostei os meus lábios aos dele…ele sem hesitar, beijou-me apaixonadamente e puxou-me mais para si.

   Ouvimos alguém tossir…devia ser Edward…por isso paramos o beijo e olhamos para ele.

   - Não podem fazer isso noutro lado?! – perguntou Edward…reparei num certo riso enquanto falava.

   - Não, não podemos…quem está mal que se mude. – respondi…odiava quando ele era assim tão desagradável.

   - Tem calma mãezinha… - disse Edward entre risos.

   - Não lhe ligues princesa. – sussurrou Carlisle ao meu ouvido…soprando o seu fresco hálito, o que me fez acalmar. Realmente ele sabia como me acalmar.

   - É melhor deixa-los sozinhos. – disse Edward…talvez porque estaria a ouvir os pensamentos de ambos.

   - Sim também acho. – retorquiu Carlisle, puxando-me consigo enquanto saia do quarto de hóspedes.

   - Bem eu vou…dar uma volta. – disse Edward saindo de casa.

   - Finalmente que estamos sozinhos. – disse Carlisle enquanto aproximava os seus lábios dos meus.

   - Hum…parece-me que havia alguém com muitas saudades. – retorqui entre risos…ele sorriu-me e depois beijou-me muito loucamente.

publicado por twilightfanfics às 17:40
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Sexta-feira, 18 de Dezembro de 2009

Fanfic "Reencontro com a vida" - 28º capítulo

      Capítulo 28 – A felicidade de ser mãe…

 

   Virei-me para ela…e sorri.

   - Sim. – respondi.

   - Vai-me ajudar a ultrapassar isto não vai? – perguntou-me Rosalie enquanto vinha ter comigo.

   - Claro que vou minha querida...e se vais ficar connosco acho melhor tratares-me por tu. – disse sorrindo-lhe e abraçando-a.

   - Obrigada…eu trato. – respondeu ela – Ah…Esme…fazes-me lembrar a minha mãe.

   Aquelas últimas palavras tocaram-me muito…tocaram no meu coração que já há muito deixou de bater.

   - Nem sabes o quanto isso é importante para mim… - sussurrei-lhe ao ouvido enquanto chorava sem as habituais lágrimas.

   - Nunca tiveste filhos?

   - Tive…mas ele morreu de uma peste, e foi aí que me atirei de um penhasco.

   - Atiraste-te de um penhasco? – perguntou-me surpreendida.

   - Sim...foi quando o Carlisle me salvou. – disse enquanto me lembrava, e lembrei-me do quanto o amava e no quanto ele me amava.

   - Pois…o Carlisle. – disse ela com uma voz entristecida.

   - O Carlisle…é a pessoa mais maravilhosa que já conheci…é tudo aquilo que sempre sonhei. – respondi. A cada dia que passava eu estava mais apaixonada por ele.

   - Já vi que sim…só espero um dia encontrar alguém que seja tão especial para mim como o Carlisle é para ti.

   - E vais encontrar minha querida. – disse enquanto lhe fazia uma festa na face – E afinal és a rapariga mais linda que eu conheço.

   - Não sou nada…tu és muito mais bonita. – disse ela envergonhada.

   - Não, não sou. Queres ver??

   - Quero.

   Puxei-a até um pequeno riacho que havia na floresta e mostrei-lhe o quanto era linda. Ela ficou a olhar para a sua imagem reflectida no riacho…e ficou feliz com o que viu. Mas de repente olhou para os seus olhos e assustou-se. Os seus olhos estava vermelhos, devido ao facto de ser uma recém-vampira.

   - Porque é que os meus olhos estão vermelhos? – perguntou ela não tirando os olhos do riacho, onde a sua imagem estava reflectida.

   - Porque ainda és um recém-vampira…mas com o tempo isso passa. – respondi-lhe.

   - Mas os teus e os do Carlisle e do Edward são dourados. – disse ela espantada.

   - Sim é verdade…isso acontece porque nós bebemos sangue animal, e não sangue humano. Com o tempo os teus olhos irão ficar dourados. E agora acho que podemos ir caçar. Estás preparada?

   - Hum…não sei. Ajudas-me?

   - Claro que ajudo. Anda.

   E assim fomos caçar. Ensinei-lhe como se caçava e ela lá conseguiu. No final voltamos as duas juntas para casa.

   - Estou a ver que a conversa correu bem. – disse Carlisle assim que nos viu entrar em casa.

   - Sim correu…a Rosalie vai ficar connosco. – respondi indo para os braços dele...como sempre ele rodeou os seus braços a volta do meu corpo.

   - Que boa notícia. – disse Carlisle.

   - Podem me tratar por Rose. E obrigada mais uma vez Esme…foi como uma mãe para mim. – disse Rose. As suas palavras emocionaram-me.

   - Oh…de nada minha querida. Nem sabes a importância que isso tem para mim…e se quiseres a partir de hoje posso ser tua mãe. – respondi com um sorriso nos lábios. Vi os olhos de Carlisle a brilhar.

   - Gostaria muito que fosses minha mãe. – retorquiu.

   - Bem parece que ficamos com uma filha…sê bem-vinda Rose. – disse Carlisle apertando-me mais contra si.

   - Obrigada Carl…papá.

   Carlisle e eu sorrimos para Rose…e ela retribui-nos o sorriso. Afinal a menina fútil e arrogante que pensamos que ela era não existia.

   - Bem que alegria vai para aqui. – disse Edward – Ui…a Rosalie vai ficar connosco.

   - Sim vai…e espero bem que não haja problemas. – disse Carlisle.

   - Não vai haver pai. – disse Edward – Mas só…desde que ela não me pique.

   - Edward! – repreendi-o.

   - Pronto, pronto…já não digo mais nada mamã. – disse Edward entre gargalhadas.

   Eu deixei-me rir com ele, assim como Carlisle e Rose.

        A minha família tinha aumentado…e agora estava mais feliz do que já era.

 

E aqui fica mais um capítulo totalmente dedicado a Ana, a Andreia e a Bia =)

Beijinhos e obrigada,

Neia

publicado por twilightfanfics às 19:28
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27º capítulo de (Im)Perfect Life

27º Capitulo

O Casamento

 

 

Já todos estavam na sala onde iria decorrer o meu casamento, só Carlisle e eu estávamos no andar cima.

- Estás linda filha – disse.

- Obrigada pai.

Descemos as escadas quando a marcha nupcial começou a tocar, Edward estava sentado no piano e logo que nos viu sorriu.

Olhei para todos, não tinha cem convidados mas tinha quem queria ali comigo. Olhei para o altar e estavam lá Alice e Jasper que iriam ser os meus padrinhos, os padrinhos do Emmett iriam ser o Carlisle e a Esme.

Passei o olhar por todos os Denali e foi então que o vi, os seus olhos dourados e o seu sorriso de orelha a orelha, sorri-lhe também.

Carlisle pôs a minha mão sobre a de Emmett e viramo-nos para o padre, a cerimonia prosseguiu normalmente com as nossas juras de amor.

- Emmett MacCarty Cullen aceita Rosalie Lilian Hale como sua legitima esposa?

- Sim. – Disse sorrindo-me

- Rosalie Lilian Hale aceita Emmett MacCarty Cullen como seu legitimo esposo?

- Sim

O padre benzeu as alianças, Emmett pegou na que era destinada a mim, olhou para mim, pegou na minha mão e disse:

- Rosalie Lilian Hale, eu prometo amar-te e respeitar-te na saúde e na doença, na alegria e na tristeza todos os dias da nossa vida – e fez escorregar a aliança pelo meu dedo depois sussurrou só para eu ouvir – para toda a eternidade.

Eu sorri, peguei na aliança dele, peguei na mão dele e disse:

- Emmett MacCarty Cullen, eu prometo amar-te e respeitar-te, na saúde e na doença, na alegria e na tristeza todos os dias da nossa vida – e fiz escorregar a aliança pelo seu dedo.

- Então se ninguém é contra este matrimónio declaro-vos marido e mulher. Pode beijar a noiva.

Emmett agarrou-me pela cintura e beijou-me, ele certamente esqueceu-se de que estávamos em público e eu tive de por um fim ao beijo porque já ouvia as pequenas risadas de Edward e Jasper.

Todos aplaudiram quando Emmett nos virou para eles, eu sorri finalmente um dos meus sonhos se tinha tornado realidade. O outro infelizmente nunca poderia acontecer mas não me ia ficar triste, não agora e também porque tinha prometido a Emmett que nunca mais iria ficar triste, olhei para ele, ele estava feliz e isso era definitivamente o que importava para mim.

Todos nos deram os parabéns, e como somos vampiros não comíamos por isso fomos logo dançar a valsa.

Emmett puxou-me o máximo possível para ele, e fez-nos rodopiar ao som da música, olhou-me nos olhos e sorriu.

- Sou o homem mais feliz e mais sortudo do mundo – sussurrou ao meu ouvido, nesse momento alguém me puxou dos braços de Emmett.

- Pensavas que não ias dançar comigo? – Perguntou Edward com uma gargalhada.

- Parvo – disse também a rir.

Depois dancei com os homens todos da família, até dancei com Eleazar, enquanto eu dançava com os homens Emmett corria as mulheres todas, até que eu voltei para os braços dele.

- Aleluia – disse abraçando Emmett.

- Também acho – disse ele beijando-me.

- Rose, Emme venham aqui – chamou Esme.

- Está na altura dos presentes – disse Tanya.

- Este é meu – disse Edward entregando-nos uma caixa.

Abrimos era uma maquina fotográfica e uns dez cd’s.

- Obrigado – dissemos os dois ao mesmo tempo.

Alice e Jasper entregaram-nos um envelope, abrimos e era uma viagem de duas semana para uma ilha completamente deserta nas Caraíbas.

- Lua de Mel – disse Alice.

- Obrigada mana, és a melhor e obrigada Jasper

- Obrigado Jasper e Alice – disse Emmett com um sorriso.

Tanya, Kate e Irina entregaram-nos uma chave que parecia pertencer a um automóvel.

- Está lá fora – disse Tanya.

Emmett foi a correr para a janela.

- Oh meu deus, é lindo, muito obrigado.

- Obrigada – disse sorrindo-lhe

- De nada – disseram as três em uníssono.

Depois foi a vez de Cármen e Eleazar que nos entregaram uma pequena caixa, abrimos, eram duas pulseiras uma com o meu nome outra com o nome do Emmett.

- São lindas, muito obrigada – disse sorrindo-lhe.

- Obrigado - disse Emmett que já se encontrava à minha beira.

Depois foi a vez de Esme e Carlisle que nos entregaram uma chave.

- É uma casa nos arredores de Forks – disse Esme.

- Uma casa?! – Perguntei espantada.

- Sim, espero que gostem – disse Carlisle

- Muito, muito obrigada asseriu – disse eu.

- Obrigado - disse Emmett. – Agora se me dão licença vou dançar com a minha esposa – disse puxando-me para o seu corpo e levando-nos para o meio da “pista” – não acabamos o que começamos – disse começando a beijar-me.

Fomos novamente interrompidos, desta vez era Alice

- Vá, vá vamos tirar esse vestido para irem para a lua-de-mel.

- Já? – Perguntei

- Sim, é rápido.

E então Alice levou-me para o quarto e tirou-me o vestido dando-me um cor-de-rosa para vestir, vesti-o e voltei para a beira de Emmett.

Saímos de casa com todos a dar-nos boa viagem, e como sempre, a atirarem com arroz, entramos dentro do carro e partimos para o aeroporto.

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Sexta-feira, 11 de Dezembro de 2009

Fanfic "Reencontro com a vida" - 27º capítulo

   Capítulo 27 – O poder de amar incondicionalmente…

   Carlisle estava a beira dela, segurando-lhe a mão…Edward estava ao pé da janela a fintar Carlisle. Tentei sentir raiva dela…mas não consegui. Rosalie conquistou-me, só por a ver ali a sofrer.

   Assim que entrei no quarto eles olharam para mim…e só Carlisle conseguiu responder.

   - Tu sabes como sou amor…não consegui vê-la ali a sofrer…e tive que fazer algo. Desculpa-me…eu sei que ela não é propriamente como nós. – disse Carlisle deixando a mão de Rosalie e vindo me abraçar.

   - Não faz mal amor…eu compreendo. E aliás…tu é que és o patriarca da família, logo quem decide és tu. – disse abraçando-o também.

   - Não sejas parvinha…tu também mandas, és a minha mulher…a minha maravilhosa esposa. – disse Carlisle beijando-me a testa – Ah…e obrigada por compreenderes.

   - De nada meu príncipe. – disse sorrindo-lhe.

   - Está a arder muito! Ai! – disse Rosalie a contorcer-se de dores…o veneno devia estar a espalhar-se.

   - Tem calma querida…já passa, daqui a nada já não sentes nada. – disse Carlisle enquanto me largava e ia ter com ela dando-lhe a mão.

   Aquele gesto devia de me trazer ciúmes mas não…só me deu compreensão. Ao olhar para eles…vi um pai a tratar de uma filha. Não consegui evitar e fui ter com ela e dei-lhe a mão também.

   - Ainda te dói muito? – pergunto Carlisle olhando para mim com carinho. Eu simplesmente olhei para Rosalie com preocupação.

   - Sim… - respondeu com a voz fraca.

   - Já passa meu amor. Tem calma. – disse fazendo-lhe festas na mão como forma de a tranquilizar.

   Edward olhou para mim…ele devia de estar a ler os meus pensamentos…mas não me importei…naquele momento só me preocupava com Rosalie. Só gostava de lhe tirar aquela dor.

   Rosalie começou a contorcer-se menos de dor.

   - Já está a passar? – perguntou Carlisle.

   - Sim…já…Ai! – e o seu coração deixou de bater. O processo tinha-se concluído.

   Olhei para Carlisle com bastante carinho…ele tinha me dado mais uma filha.

   - Esme tem calma…não sabemos se ela fica connosco. – disse Edward – Acho que o Carlisle lhe vai dar a oportunidade de escolher.

   Baixei o olhar para Rosalie…evitei chorar.

   - Sim…claro que lhe vou dar a oportunidade de escolher. – respondeu Carlisle…ao mesmo tempo que falava deixou a mão de Rosalie e veio ter comigo abraçando-me.

   Larguei a mão de Rosalie…e rodeei o corpo do homem que amava com os meus braços. Escondi a cara no seu peito.

   - Amo-te. – sussurrou-me ao ouvido enquanto me fazia festas no cabelo.

   Nesse momento Rosalie levantou-se da cama…e começou a olhar para tudo a sua volta muito assustada. Afastei-me de Carlisle e olhei para ela com bastante preocupação.

   - Que se passa? – perguntou Rosalie…ela assustou-se com a sua nova voz.

   - Tem calma minha querida…tu só estás um pouco diferente. – começou Carlisle.

   - Diferente como? – perguntou ela.

   - Tornaste-te uma de nós… - disse eu.

   - Uma de vós…como assim? – perguntou ela.

   - Tem calma Rosalie…tu agora és vampira. Eu vi-te ali a morrer…e não evitei em salvar-te. Eu não consigo ver os outros a morrer e não fazer nada. – disse Carlisle olhando para mim como quem pede compreensão. Olhei para ele e abanei a cabeça.

   - Vampira??!! – perguntou Rosalie um pouco mais alto.

   - Sim…mas claro que podes seguir a tua vida, não tens obrigação de ficar connosco. – respondeu Carlisle mantendo a calma. Controlei-me ao máximo para não chorar…eu já a via como uma filha, ela não podia ir embora.

   Nesse momento Rosalie saiu de casa a correr…ela ia-se embora para sempre e eu não podia deixar…não podia!

   - Eu tenho que ir atrás dela. – acabei por dizer – Não sei o que se passa comigo…mas eu já a vejo como uma filha, e amo-a!

   - Como é que isso é possível? – perguntou Edward.

   - Não sei…mas talvez seja o poder dela. – disse Carlisle.

   - Talvez seja…mas isso agora não me interessa. Eu vou atrás dela. – disse dando um leve beijo em Carlisle e saindo de casa a correr.

   Comecei a correr pela floresta e lá encontrei Rosalie em cima de uma árvore. Sentei-me no chão encostada a árvore.

   - Eu sei que isto tudo é muito difícil para ti…pois já passei por isso. Mas com o tempo tudo passa. E só quero que saibas que eu estou aqui para tudo. – acabei por dizer – Bem era só isto…agora vou te deixar sozinha para pensares melhor.

   Comecei a ir em direcção afastando-me de Rosalie. Ouvi alguém a chamar o meu nome e parei.

   - Esme?!

 

E aqui fica mais um capítulo...espero que gostem ;)

Capítulo especialmente dedicado a Ana, a Andreia e a Bia =)

Beijinhos,

Neia

 

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26º capítulo de (Im)Perfect Life

26º Capitulo

Despedida de solteiro/a

 

 

Emmett a narrar:

 

 

Rosalie andava muito entretida com os preparativos para o nosso casamento. Faltavam apenas três dias para o grande dia e Edward e Jasper andavam a preparar alguma, mas sempre que eu tentava saber o que era eles mudavam de conversa.

Alice tinha feito o meu fato, e tenho que admitir, a rapariga tem mãos de fada o fato estava maravilhoso.

   

(…)

 

 

Faltava apenas um dia para eu deixar de ser solteiro, e sinceramente eu não me importava minimamente com isso, ia-me casar com a mulher mais perfeita do mundo e isso era o que importava.

Alice estava no quarto dela com Rosalie a dar os últimos retoques no vestido, eu estava no meu quarto quando alguém entra sorrateiramente e deita-se ao meu lado, era Rosalie eu conhecia-a pelo cheiro.

- Amor, não estavas com Alice… - Ela interrompeu-me com um beijo muito doce.

- Estava, mas ela disse que já estava tudo perfeito e eu decidi vir ter contigo, importas-te?

- Não, claro que não. – Disse puxando-a mais para mim.

- Ainda bem – disse voltando a beijar-me

Ficamos assim até que ela quebrou o beijo.

- Não tens despedida de solteiro? – Perguntou

- Acho que não, pelo menos Edward e Jasper não me disseram nada e tu?

- É, acho que também não vou ter, mas também não importa prefiro ficar contigo.

- Ai preferes?

- Sim – disse sorrindo.

Nesse momento alguém bateu à porta.

- Vá lá saiam daí – dizia Edward.

- Amanha têm tempo para isso – dizia Alice.

Rosalie olhou para mim e soltou um riso baixinho.

- Queres ir? – Perguntou

- É melhor, senão ainda arrombam a porta.

Levantamo-nos os dois e fomos para a porta, abrimos e Alice puxou Rose e Edward entrou no quarto.

- Porque que não posso ficar com ela?

- Porque hoje é a tua última noite de solteiro, tens de aproveitar.

- E o que que vamos fazer?

- Vês já

Saímos do quarto e não havia sinal de Rosalie. Fomos para a sala onde Jasper, Carlisle e Eleazar estavam a nossa espera.

- Carlisle não era tu que eras contra despedidas de solteiro?

- Depende das despedidas de solteiro, esta não tem nem mulheres a saírem de um bolo, nem striperes.

- Não lhe digas, tem de ser surpresa – disse Edward – Vamos?

- Vamos – respondemos os quatro ao mesmo tempo.

Saímos todos de casa e começamos a correr em direcção à floresta, Edward ia à frente para nos mostrar o caminho.

Chegamos a um sítio da floresta que eu não conhecia e que era lindo mas não havia cheiro de animais por ali.

- Ok, vamos começar! – Exclamou Edward. - O Emmett contra o Jasper e o Carlisle contra o Eleazar, quem ganhar do primeiro grupo luta contra quem ganhar do segundo e depois quem ganhar dessa batalha luta contra mim.

- Está bem – dissemos todos juntos outra vez.

E então começamos Jasper era forte, mas eu era muito mais forte que ele então aquela batalha foi fácil de ganhar, depois lutei contra Eleazar que tinha ganho a Carlisle, Eleazar era quase tão forte como eu, a batalha esteva quase sempre equilibrada até que Eleazar se distraiu e eu deu-lhe um golpe certeiro, permitindo-me assim ganhar a batalha.

Agora restava-me enfrentar Edward, eu sabia que era impossível ganhar-lhe, pois com aquele poder dele tinha sempre mais vantagens sobre o adversário, como já era de esperar Edward ganhou-me mas pela primeira vez eu não me importei com isso, porque eles estavam a proporcionar-me a melhor despedida de solteiro do mundo.

Depois das batalhas continuamos com vários “jogos” desde braço-de-ferro, corridas…

Por um momento fiquei curioso, o que estaria Rose a fazer neste momento ?

 

 

Rosalie a narrar:

 

Depois de Alice me puxar para fora do quarto nunca mais tive sinal de Emmett, mas eu sabia que ele se estava a divertir.

Alice levou-me para o quarto dela que agora mais parecia um salão de cabeleireiro misturado com uma loja de roupa, lá estavam Esme, Tanya, Kate, Cármen e Irina.

- Ora bem, como é a tua ultima noite como solteira  e amanha vais-te casar vamos já preparar-te para o momento, muito bem Rose senta-te e descontrai.

Fiz o que Alice mandou, fechei os olhos e deixei a minha mente vaguear, eu sabia que não podia dormir mas o meu pensamento não estava presente naquele quarto, eu tinha a minha cabeça com Emmett.

Até que Alice me chama.

- Rose, estás pronta.

Olho para o espelho e bem, definitivamente elas tinham feito um óptimo trabalho, eu estava um verdadeiro estrondo o meu cabelo estava todo aos caracóis apanhado só de um lado com um pequeno travessão que condizia com o vestido.

- O que achas?

- Está perfeito, obrigada a todas.

- Eles já chegaram – disse Tanya.

- Já? Posso ir ter com o Emme?

- Claro que não, hoje só o vês quando a marcha nupcial começar a tocar.

- Quanto tempo falta?

- Meia hora.

- Só?

- Sim.

Esme entrou no quarto com o meu vestido nos braços.

- De pé, vamos vestir-te.

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Quarta-feira, 9 de Dezembro de 2009

Fanfic "Reecontro com a vida" - 26º capítulo

Capítulo 26 – Os Hale…

   Tinham passado 8 anos desde o meu casamento com Carlisle…e eu estava muito feliz ao lado dele…eu amava-o mais que tudo, e por destino ele também me amava. Que mais poderia querer??!! Tinha a minha vida de princesa como sempre quis!

   Estávamos em Nova Iorque há dois anos. Carlisle trabalhava no hospital central de Nova Iorque, Edward andava na escola…no 11º ano…e eu dediquei-me a decoração da casa.

   Nesse dia estava sozinha em casa e decidi ir dar uma volta pelo jardim da cidade…cruzei-me com uma rapariga linda…muito mais linda que eu, mesmo eu sendo vampira…ela era a Rosalie Lilian Hale, filha de um bancário muito conhecido. Comentava-se que ela iria casar com o filho do dono do banco onde o seu pai trabalhava, Royce King II.

   Ela era muito fútil…ficava mesmo bem com o Royce…ele também era assim…fútil e arrogante.

   Edward chegou a casa muito “fulo”.

   - Que se passa Edward? – perguntei-lhe.

   - Nada…aquela Rosalie é que enerva! – disse ele com a voz tremida devido aos nervos.

   - Também te cruzaste com ela?

   - Sim…ela é tão arrogante!

   - Tem calma Edward…ela não nos fez nada.

   - Vou caçar…para ver se me acalmo. Adoro-te mãe! – disse Edward saindo de casa – Ah…o Carlisle deve estar quase a chegar.

   - Ok vai lá…também te adoro.

   Sentei-me no sofá a ler “Romeu e Julieta”…como eu adorava aquela história…era pena ter um final triste.

   Senti alguém no exterior da casa…fui espreitar a janela a ver se via alguém, e nada. Voltei para o sofá.

   Carlisle entrou nesse momento.

   - Afinal eras tu amor. – disse indo ter com ele abraçando-o com força.

   - Sim era eu…minha princesa. – disse ele abraçando-me e beijando-me com muitas saudades.

   - Estava a morrer de saudades tuas. – disse entre beijos.

   - Eu também. – respondeu ele terminando os beijos.

   - Que se passa amor? – perguntei preocupada depois de ver a sua cara. Estava estranho.

   - Nada…foi só uma paciente. – respondeu-me a muito custo.

   - Hum…de certeza que é só isso?

   - Sim. Mas agora já estou melhor…estou contigo, a minha vida torna-se melhor. – disse beijando-me os lábios suavemente.

   - Amo-te mais do que a minha própria vida. – disse beijando-lhe a bochecha com bastante carinho.

   - E eu amo-te da mesma maneira. – disse fazendo-me festas na cabeça – O Edward?

   - Foi caçar…estava muito nervoso. Teve um pequeno encontro com a Rosalie Hale. – disse encostando a minha cabeça no seu peito. Inalei o seu perfume suave e calmante.

   - Ui…ele não gosta mesmo nada dela. E ela hoje também esteve lá no consultório. Continua tão arrogante e tão fútil.

   - Podes crer. Mas não vamos falar dela pois não meu príncipe? – disse olhando-o nos olhos.

   - Não, não vamos minha princesa. – disse sorrindo-me.

   - Ainda bem. – sorri-lhe e depois beijei-o muito apaixonadamente, ele correspondeu ao beijo da mesma maneira.

   Ele pegou-me ao colo e levou-me para o quarto deitando-me na cama…puxei-o para mim e beijei-o ainda mais apaixonadamente.

                                                        *********

   Já era de manhã e Carlisle tinha saído para o trabalho, e Edward estava a sair para a escola.

   - Até logo mãe…adoro-te. – disse quando saiu.

   Fiquei em casa…decidi ir mudar a decoração do quarto de Edward…já há muito tempo que não a mudava. Demorei horas e horas a decorá-lo…queria que ficasse mesmo perfeito, assim como o meu filho.

   Assim que terminei ouvi gritos de dor…vinham do quarto de hóspedes. Fui ver o que se passava.

   Abri a porta e vi Carlisle, Edward e a rapariga mais bonita de todas deitada na cama a contorcer-se de dores.

      - O que se passa aqui? – perguntei entrando no quarto.

 

E aqui fica mais um capítulo...desta vez dedicado a minha Aninha, a Bia, a Andreia, e ao resto da familia Twilight...amo-vos «3

Beijinhos e obrigada,

Neia

publicado por twilightfanfics às 01:02
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Fanfic "Forbidden Love" - 1º capítulo

Capítulo 1

Reencontros

                    

 

 

 

            - Bella, mana, o que se passa? Estás no mundo da lua? – pergunta a Alice.

 

 

            - Não, não se passa nada. A mana só está a pensar no dia de ontem. – Respondo-lhe. Só espero que não tenha reparado nos meus olhos, prontos a chorar a qualquer momento. Lágrimas da indecisão.

 

            - Olha o meu poema, mana. Olha, olha! – Diz toda empolgada. Canta e salta de alegria. Começo a rir-me. Ninguém consegue resistir aquele olhar de excitação, de expectativa.

            - Por acaso querias fazer um poema e dá-lo à tua professora para corrigi-lo, sem primeiro o mostrar-mo? Mostra aí, que já estou a tremer de expectativa.

            Quando li o poema, pensei que iria morrer de orgulho, de felicidade. A Alice tinha um dom para escrever poemas. Estava lindo, maravilhoso, fantástico e fenomenal. E, lá vai ela a correr e saltar de alegria.

            Tenho decisões para tomar. Tenho de decidir, apesar de já saber a resposta. Sempre pensei na minha família em primeiro lugar. Tenho de escolher o Taylor. Pelo bem dela. Os meus sentimentos não são para aqui chamados, porque senão escolheria o Edward.

            Tenho que fazer um telefonema…

           

            Passados 3 meses…

 

 

 

Estou no meu quarto de solteira. A chorar. Ainda, mesmo ter acabado com o Edward há 3 meses. Mesmo assim, ainda choro. Choro porque acabei com o meu amor. Recusei o amor.

 

 

Ao mesmo tempo, que me faz parar de chorar momentaneamente, recordações me assaltam…As mais alegres. Lembro-me no 7ºano ter chamado feijoada ao meu professor de inglês, e, ele ter ouvido. Risada total. Ou, no 8ºano, quando alguém assobiou (esse alguém chamava-se de Mickael), e, toda a turma levou com falta disciplinar colectiva. Ou, na aula de Educação Tecnológica, quando eu, a Chaterine e a Anne inventamos uma história; a história do cuco a morar entre as pernas da professora de espanhol. Bons e velhos tempos. Tenho que sair, a uma coisa que se chama reencontro de turma. Vamos ver que piadas e gargalhadas vão sair de lá. Ainda vou chegar a casa com um ataque asmático de riso. É o que acontece sempre que a antiga turma está junta.

 

            - Opá, Bella, tinhas que dar o nó? De prenderes numa gaiola? Para mim, é o que o casamento significa. Ups, disse a palavra maldita – diz a rir-se o Jonh, levando todos a rirem-se com ele.

- Lembrem-se do Halloween, quando andamos à guerra com o outro grupo? – Lembra o Henry, a rir-se.

- Quem não se lembra? Acertaram-me com um ovo em cheio na cabeça – lembro-me a rir. Pronto, confesso que estou a chorar de tanto rir.

 

 

 

Foi óptimo, o reencontro. Estava a andar, quando embato com outra pessoa. Deixa cair uns papéis, enquanto peço “desculpa”. Levantámo-nos ao mesmo tempo, quando o vejo. Edward. Há tanto tempo que não o via. Há 3 meses. Desde quando acabei com ele, porque o Taylor não merecia. Não depois de tudo que fizera pela minha família. Reencontro-o, e parece triste. Tristeza, desilusão, compreensão e amor. Sentimentos que assaltam o seu olhar. Não consigo responder a tantos. Fico feliz pela compreensão, mas também fico triste, porque não estou ao lado do homem que amo, ao lado dele. Mas continuo a amar. Amo-o, sempre o amei e amarei. O único homem com quem consegui ser feliz.

 

 

- Estás bem? – Pergunta preocupado.

 

- Mais ou menos. – Respondo, com a voz rouca.

- Porquê? – Pergunta, cada vez mais preocupado. Se ele pudesse, abraçar-me-ia, tentaria confortar-me, mas não podia. Pensava que iria-me afastar, mas não. Apenas o beijaria, com toda a saudade que 3 meses trazem.

- Por nada. – Mentira. Era por ele estar ali. Por o meu único amor estar magoado comigo. Não aguentava vê-lo infeliz. Amo-o demasiado para isso.

- Estás a me mentir. Conheço-te com uma palma da minha mão. Afinal, estivemos juntos durante 10 meses – com isso, atravessa-lhe uma pontada de dor. Não gostei. Quem me dera poder-lhe dizer que o amo, que aqueles 10 meses que passamos juntos, foram os melhores da minha vida. Mas não posso.

Vou embora a correr. As lágrimas ameaçam cair. Lembro-o de ouvi-lo a pedir, com a mais maravilhosa voz do mundo “Espera, não te vás embora. Preciso de falar contigo”. Mas continuo a correr. E começo a chorar muito. Chego a casa e tranco-me no quarto.  

            Começo a soluçar muito. Choro demasiado, uma cascata de lágrimas a cair pelas minhas bochechas abaixo, sem parar. Choro, porque não estou com ele; porque ele está triste.             Não aguento vê-lo triste. Preferia ser torturada, a vê-lo triste. As paredes brancas deste quarto, que antes apareciam protectoras, acolhedoras, ameaçavam tornar-se cinzentas, com o sombrio do real deste Mundo, a entrar lentamente pelo quarto adentro, a destruir tudo o que é protector, acolhedor.

            Lembro-me da primeira vez que o vi…

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Fanfic "The White Wolf" - 7º capítulo

Levantei-me rapidamente e corri até Jasper.

- ENCONTRASTE ALGO? O QUÊ? – gritei, dando pequenos pulinhos.

- Encontrei um papel.

 - Um papel? – perguntei, intrigada.

- Sim! Toma. – entregou-me um papel amarrotado e todo molhado. Mal se conseguiam ver as letras, e muitas estavam ilegíveis.

‘Para Jac b Bl kc.

S bes no qu te met ste, n o sab s? Mete  e no perig . Ago   vem, procura- e. Tem s aquel s assuntos para res lver.’

- Eu sei, que não dá para perceber quase nada, mas acho que ele se meteu em sarilhos e sempre é uma pista! – disse Jasper. Arregalei os olhos ‘acho que ele se meteu em sarilhos’. Que tipo de sarilhos? Graves? Só de pensar nisso o meu coração começou a latejar de dor.

- Bem! Para onde vamos agora? – disse Alice tentando quebrar o gelo.

- Não sei. África? – Jasper ajudou.

- Está bem. Vocês os dois busquem no Norte e Sul de África, eu vou acabar o Este da América e depois vou para Este de África e vocês procuram no Oeste de África.

Dobrei a folha molhada cuidadosamente e coloquei-a no bolso de trás das calças. Corri durante muito tempo, rapidamente, a dada altura as minhas calças prenderam-se num tronco de árvore caído, as calças rasgaram-se e senti o tronco arrancar-me a pele e tocar-me a carne, o que me fez cair no chão de cara, com a perna a latejar de dor. Chorei muito, afinal era a dor da perna ou outra coisa? A perna não doía assim tanto, mas eu chorava, chorava, chorava! E senti umas mãos frias agarrarem-me. Passou-me a imagem de Jacob pela cabeça, uma ilusão. Uma miragem.

- Ja-jacob. – consegui pronunciar. Eu tentava abrir os olhos, a muito custo, mas eles fechavam-se com força. Parecia que me tinham drogado. Eu estava mole; eu queria mexer-me; queria falar, mas não conseguia. Estava demasiado cansada. As pálpebras fecharam-se e eu adormeci.

Acordei numa cama, num quarto de hotel. Alice colocou a sua cara á minha frente.

- Nessie, querida? – Vi os seus olhos brilharem.

- Ahmn…

- Hã? – disse a minha tia intrigada.

- O Jacob?

- Querida, o Jacob…Não te lembras? O Jacob não está…ele desapareceu…Querida, lembras-te do teu nome?

O quê? Ela estava a pensar que eu tinha perdido a memória?

- Tia, claro que sim! Renesmee, ou Nessie. Diz-me que não pensaste que eu tinha perdido a memória.

- Por momentos parecia, não me culpes! Bom, querida, a tua perna vai sarar depressa, afinal, és semi-vampira, não uma humana frangote qualquer! – sorriu-me para me animar.

- Sim…Quanto a África…mais alguma…pista?

- Não, nada. O Jasper está só a acabar de ver os limites de África, mas eu procurei pela África toda e nada…

- Hum. – estava muito desanimada. Ocorreu-me uma coisa: a pista que nós tínhamos descoberto, eu ainda a tinha? Rapidamente sentei-me na cama e a perna doeu-me, mas não me importei, pus rapidamente o braço para trás das costas e enfiei a mão no bolso de trás das calças.

- Uffa! Ainda aqui está.

- Sim, está porque eu o pus. Querida, como é que te magoaste na perna dessa maneira?

- Árvore!

- Hum…Oh, estou a ver! Vais contar-me que estavas a correr, distraída com a procura, as tuas calças prenderam-se num tronco de árvore, rasgaram-se e foi assim que magoaste a perna. Oh, querida, e o rosto?

Só quando a minha tia disse isso é que me lembrei que eu tinha caído de cara no chão. Olhei para o espelho e tinha um enorme arranhão na bochecha.

- Caí de cara…

- Uh…já desinfectei isso, meu bem. Depressa vais ficar melhor. – Saltitou um pouco e sentou-se á beira da minha cama. – Onde queres procurar a seguir? – começou a fazer cócegas, e apesar de não me apetecer, ri sem gosto.

- HAHAHAHA, TIA PÁRA!

- Não, não! Quero fazer-te rir e ponto final. – continua a tilintar os dedos na minha barriga, enquanto eu me lembrava que tinha de respirar.

- AÍ TIA, CHEGA, HAHAHAHA, CHEGA, PRECISO DE RESPIRAR, HAHAHAHA. – parou e eu respirei.

- Hahaha! Parecias um tomate verde, sobrinha! Juro que estavas com cara de vampiro doente. Não se pode confiar em vampiros. Confia em mim.

- Haha. – dei-lhe um cutucão no ombro e ela abraçou-me.

- Relaxa, querida, vamos encontrá-lo.

Ficámos em silêncio durante longos minutos, não sei quantos ao certo, o qual foi interrompido por Jasper.

- Muito bem meninas, lembrem-se que quando a Renesmee sarar, é logo para continuar a busca! – senti o meu espírito a acalmar.

- Jasper! Já te disse para não usares o teu poder em mim. – disse, envergonhada. Não gostava que mexessem nos meus sentimentos. Porém, posso admitir que me apaziguou aquele sentimento de paz e eu deveria era agradecer a Jasper, mas assim ele iria repeti-lo, e isso eu não queria.

- Ups…Desculpa, é o hábito. – disse, um pouco constrangido.

publicado por twilightfanfics às 00:57
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